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segunda, 18 novembro 2019 08:06

Alt+tab: estamos a querer enganar quem?

É engraçado, mas sem piada nenhuma, que continuemos a trabalhar o mesmo número de horas que trabalhavam os nossos avós. Tudo evoluiu — dos drones aos robot que nos aspiram a casa —, à excepção do sistema laboral, que cristalizou.
Quando os bebés soluçam, estão a aprender a controlar músculos ligados à respiração.
Mais de 63% das mortes por doença em 2017 ocorreram em meio clínico e hospitalar, segundo o INE. Mas, quando se pergunta às pessoas onde gostariam de morrer, “o mais comum é responderem em casa, em ambiente familiar e tranquilo”.
Primeiro curso de doulas de fim de vida arrancou em Portugal e visa formar pessoas capazes de ajudar quem se aproxima dos últimos dias, bem como os seus familiares, a ter uma morte mais tranquila.
Nem todos os bebés prematuros têm o mesmo tipo de problemas. As possibilidades de sobrevivência dependem da idade gestacional, do peso e dos problemas graves ao nascimento, como sejam: respiratórios; cardíacos; infecciosos e malformativos. De todos eles o mais importante é a idade gestacional.