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Redução significa uma quebra de quase metade das operações programadas que precisam de apoio de anestesia, diz Ministério da Saúde. Hospital de Almada tem plano de contingência para situações urgentes e oncológicas.
sábado, 22 dezembro 2018 05:05

Um veto avant la lettre

Ao tomar partido por uma das propostas, o Presidente da República está a criar um facto político em torno da Lei de Bases da Saúde.
Seguindo o percurso normal, a decisão final sobre este assunto caberá à ministra da Saúde, que se deve fundamentar no parecer da Direcção-Geral da Saúde.
Nova paralisação está decretada para os centros hospitalares do Porto, Entre o Douro e Vouga, Gaia/Espinho, Tondela/Viseu, São João e os hospitais Garcia de Orta e Braga. Além desta, há mais duas greves marcadas para Janeiro.
Ministra da Saúde reuniu esta sexta-feira com os sindicatos dos enfermeiros. Greve continua até ao final do mês.
Os enfermeiros dizem que os blocos operatórios estão parados não devido à falta de profissionais, mas pela "ineficiência do sistema". A greve de janeiro seguirá os mesmos moldes e com mais hospitais.
A Ordem dos Médicos exige saber quantas cirurgias foram adiadas para fazer um retrato exato das repercussões que a paralisação dos enfermeiros teve. Os hospitais afetados terão 10 dias para responder.
Os casos de sarampo têm sido submetidos para confirmação laboratorial ao Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e de todos os casos notificados houve 40 que deram resultado negativo.