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As horas de trabalho suplementares feitas pelos profissionais de saúde aumentaram 5,1% no ano passado, totalizando quase 178 milhões de euros, sendo o acréscimo mais evidente entre os enfermeiros.
Os 2.000 profissionais de saúde que o Governo pretende contratar para suprir as necessidades da passagem às 35 horas de trabalho a partir de 1 de julho ficam "bastante aquém" do necessário.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses iniciou esta quinta-feira uma campanha publicitária nas redes de transportes de Faro e Portimão em que alerta para a falta de 500 enfermeiros no Algarve.
Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa concluiu que clinicamente “nunca houve evidências” de que a jovem de 19 anos, que morreu após uma dezena de visitas à urgência, tinha um tumor cerebral. Entidade Reguladora da Saúde diz que poderiam ter feito mais, mas apenas emitiu orientações.
Convergindo com medidas apresentadas pela comissão do Governo, Rui Rio afirma haver “espaço para acordos” sobre o futuro do SNS. Bloquistas mostram abertura para o diálogo com o PS mas com exigências.
Estudo revela que pessoas com sistemas imunitários enfraquecidos não devem fazer tatuagens. Uma mulher desenvolveu uma doença crónica após ter sido submetida a um transplante de pulmões e feito uma tatuagem.
A bastonária da Ordem dos Farmacêuticos alerta para as dificuldades que se vão sentir com a passagem de muitos profissionais para 35 horas de trabalho semanais, alegando que "está posta em causa a segurança dos doentes".
Há hospitais em que a falta de pessoal farmacêutico chega aos 40%. Ordem teme "colapso total" com a introdução das 35 horas a partir de julho e alerta que "a segurança dos doentes está em causa".