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quarta, 13 fevereiro 2019 17:38

Presidente do Brasil recebe alta depois de permanecer 17 dias internado

O porta-voz disse que Bolsonaro não teve nenhuma infeção durante o internamento e que a pneumonia que o impediu de sair do hospital no prazo previsto decorreu da provável.

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, recebeu alta esta quarta-feira do hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde permaneceu internado durante 17 dias devido a uma cirurgia para retirar uma bolsa de colostomia.

Bolsonaro saiu do hospital por volta das 12h (14h em Lisboa) e seguiu para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para viajar, num avião da Força Aérea Brasileira (FAB), para Brasília, capital do país.

Após a saída do chefe de Estado brasileiro do hospital, o porta-voz do Governo brasileiro, Otávio do Rêgo Barros, convocou a imprensa para atualizar o estado de saúde do Presidente e para ler o boletim final emitido pelo Hospital Albert Einstein.

“O Presidente acordou disposto, animado e, naturalmente, ansioso para voltar à Brasília e a sua casa. Ele está seguindo para o aeroporto neste momento acompanhado da esposa e de integrantes de sua equipe técnica”, disse.

“Ao desembarcar em Brasília, o Presidente irá para o Palácio da Alvorada, sua residência oficial. Até o momento não há previsão de compromissos em sua agenda nesta tarde”, acrescentou.

O porta-voz frisou que Bolsonaro não teve nenhuma infecção durante o internamento e que a pneumonia que o impediu de sair do hospital no prazo previsto decorreu da provável inspiração de suco gástrico.

Rêgo Barros também negou que o chefe de Estado brasileiro tenha cancro, informação veiculada nas redes sociais brasileiras e em ‘sites’ mantidos por opositores do Governo.

“Em nenhum momento houve suspeita de cancro (…) Os diversos exames de imagens feitos durante o internamento do Presidente reiteraram a ausência desta doença”, afirmou.

Bolsonaro foi internado no último dia 27 para ser sujeito a uma cirurgia de retirada de uma bolsa de colostomia, que possuía desde setembro do ano passado, após ter sido esfaqueado durante uma iniciativa de campanha eleitoral em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

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FONTE - Observador

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