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Opinião

Opinião (62)

Opinião

Reunimos nesta secção sob a forma de Blog diversos opinion-makers para comentar a atualidade

quarta, 08 outubro 2014 02:54

Enfermeiro ou escravo?

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A propósito da auxiliar de Enfermagem espanhola que está infectada com o Vírus do Ébola, e agora também já uma Enfermeira... Deve este colocar o seu dever de "cuidar" acima das suas obrigações pessoais de manutenção da sua própria saúde? 

terça, 07 outubro 2014 07:02

Como escolher os melhores?

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Estou convencido, perdoem-me a ironia, que se o Sr. Bastonário (cujo CV é público e apreciável) se participasse num destes “concursos” que por aí se realizam (alterando o nome, claro está), talvez tivesse dificuldade em ser seleccionado.
quinta, 04 setembro 2014 02:15

Os Enfermeiros na 1ª Guerra Mundial, ontem e hoje

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Era ao Posto de Socorros, que competia a aplicação dos primeiros cuidados de saúde aos feridos caídos em combate.

(...) Os trabalhos eram por norma desempenhados por um médico e dois enfermeiros do Batalhão

quarta, 03 setembro 2014 12:32

Duplo Emprego: Justo ou Injusto?

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Cada um sabe das suas dificuldades, bem como da sua definição de qualidade de vida!

segunda, 01 setembro 2014 22:45

Duplo Emprego: sim ou não?

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“Ministro defende que a exaustão dos enfermeiros se deve ao trabalho no público e no privado”. Este foi um dos títulos da imprensa de há duas semanas que gerou muita indignação entre a nossa profissão, traduzida, entre outras coisas, por milhares de comentários nas redes sociais.

domingo, 17 agosto 2014 20:58

Como atirar o barro à parede

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Um estudo recente afirma que em Portugal, 25% dos cuidados de Enfermagem ficam por realizar, que muitos utentes não recebem indicações para a alta, que a alimentação e a higiene são descuradas, entre outros cuidados vitais para uma melhor saúde.

sábado, 16 agosto 2014 00:10

Não é um homem, é um cogumelo!

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“Conheço um Planeta onde há um Senhor (…). Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca gostou de ninguém. Nunca fez nada a não ser somas. E todo o dia repete como tu: «Sou um homem sério! Sou um homem sério!» e isso fá-lo inchar de orgulho. Mas não é um homem, é um cogumelo!”*

 

Bem, tempo de reflexão, tempo de tentar explicar a certas e determinadas pessoas o peso da responsabilidade de tratar Seres Humanos todos os dias, todas as horas!

 

Que tem a ver a Mannschaft com a Enfermagem Portuguesa? Tudo.

terça, 15 julho 2014 23:32

Notícia de Última Hora!

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Imaginem a seguinte notícia de Última Hora - "A Enfermagem foi feita refém!". Faria algum sentido? A Enfermagem foi feita refém, encontra-se amordaçada no interior do Sistema de Saúde Português e os raptores são variados e não querem falar com a polícia! Se quisermos interpretar esta metáfora à luz das estratégias policiais face a situações de suspeitos barricados com reféns, temos que analisar vários aspectos. 
sábado, 31 maio 2014 15:12

Quando os enfermeiros são simpáticos

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“Que bom, o utente achou que fomos simpáticos e amistosos! Tenho o dia ganho!” – é isto que se passa, consciente ou inconscientemente no cérebro de alguns enfermeiros.

quinta, 22 maio 2014 23:06

Chiuuu!... Calem-se, por favor!

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Porém, as coisas não são assim. Há aspetos de ambos os códigos - profissionais e das organizações - que não estão alinhados pelos mesmos pressupostos, já que vivemos num tempo em que se procura incutir uma certa moralidade assente no “politicamente correto”, como ilustra a passagem que transcrevo da proposta de modelo do Governoque referi:

quinta, 15 maio 2014 06:50

Para uma só Carreira de Enfermagem no SNS

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Ao longo dos anos, os Enfermeiros em Contrato Individual de Trabalho (CIT), nos diversos hospitais do SNS, vêm trabalhando lado a lado com colegas Enfermeiros em Contrato de Trabalho em Funções Públicas (CTFP)

 

As IACS custam, anualmente, ao erário público cerca de 280 Milhões de Euros, para tratar 8,4% dos doentes hospitalizados.

sábado, 03 maio 2014 19:06

O Heroísmo dos enfermeiros dos Açores

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Foi com agrado que registei o sinal de união pública da Secção Regional da Ordem e Sindicato nos Açores em torno de uma causa justa sobre condições de trabalho e exercício profissional que poderão colocar em causa a qualidade dos cuidados (Link). Esta atitude é ainda mais relevante se servir de exemplo para as organizações com responsabilidade nacional onde, apesar das reuniões, ainda não se desenvolveu iniciativas públicas com o compromisso em presença.

O compromisso não pode ser um fim em si mesmo mas há mais do que uma razão para se construir uma agenda comum em vários dossiers que atravessam regulação profissional e condicoes de trabalho: MDP, Enfermeiro de Família, dotações/rácios seguros e autonomia profissional são apenas alguns dos exemplos. 

É por demais evidente que à Enfermagem falta uma verdadeira Política da Profissão, os resultados estão à vista. Somos quase semanalamente confrontados com medidas que colocam em causa o acesso aos cuidados  por parte dos cidadãos e coarctam a possibilidade dos enfermeiros contribuírem com a sua mais-valia técnica, científica  e ética um sistema mais eficiente centrado nas necessidades da pessoa/família/comunidade. Somos confrontados com políticas para a profissão emanadas por quem pouco reconhece o valor da Enfermagem.

Os Açores também podem ser exemplo da tentativa em sentido contrário pois tem sido o laboratório adequado para testar o Enfermeiro de Família com apoio das autoridades regionais, mas quando necessário tem-se alertado sem medos ou preconceitos de dar a cara, sem medos ou receios de vincular-se pessoalmente a um discurso que necessariamente tem que ser construído numa perspectiva de complementaridade entre a regulação do exercicio profissional e do equilíbrio das condições laborais e de emprego. 

Metaforicamante olho para trás e vejo comunicados institucionais de impacto limitado por serem órfãos de personalidade e de complementariedade, olho em frente para os Açores e vejo a materialização de um discurso em complementaridade e com a presença dos seus emissores. Resta aos enfermeiros olhar para cima e esperar que a complementaridade responsável avance pela geografia territorial de Portugal Continental e da profissão de Enfermagem (nomeadamente os territórios da gestão e do ensino). Resta aos enfermeiros olhar ainda mais acima e esperar que a Política da Profissão esteja alicerçada, sincronizada e complemente o discurso dos seus clientes e não das clientelas partidárias que têm sido eficazes a construir antagonismos (a erradicação do Outro) que são exacerbados para justificar os próprios desaires. Essas "histórias de embalar" acabam por funcionar como os moinhos de vento para Dom Quixote, não são o problema de fundo mas são a manifestação de uma ilusão romântica que nos desvia do princípio da realidade e da possibilidade de nos afirmarmos de uma forma prática e descomplexada.

 

terça, 29 abril 2014 19:14

Deixem-se de tretas

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Há colegas que não hesitam em rebaixar a actuação da Ordem e do Sindicato, mas nem sequer sabem o nome do Bastonário ou dos dirigentes sindicais…

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